As exportações directas de componentes para a indústria automóvel alcançaram 7,7 mil milhões de euros em 2017, um montante recorde e 8,5% superior aos 7,1 mil milhões de 2016, anunciou a Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel (AFIA).

Desde a associação salientam que o valor das exportações do sector “tem vindo a crescer sustentadamente ao longo de toda a década”, com o valor do ano passado a ser 51% maior do que de 2010.

O valor das exportações do sector representou 14% do total das exportações portuguesas de bens transaccionáveis.

As exportações de componentes são 90% dirigidas para países europeus. A Espanha é o primeiro destino, seguida de Alemanha, França, Reino Unido e Itália. A AFIA realça os aumentos das exportações para França e Reino Unido, de 20% e 10%, respectivamente.

A associação indica ainda

.0que a acrescer ao valor das exportações directas, há as que são feitas por via indirecta, ou seja, os componentes que são vendidos aos diversos montadores automóvel a operar em Portugal, que os incorporam nas viaturas que posteriormente são exportadas. “Por esta via devemos acrescer mais 1,2 mil milhões de euros de exportações provenientes do sector de componentes”, contabiliza a AFIA.