O sector agro-alimentar tem que a situação de seca do país prejudique as exportações nacionais da área em 2018.

Gonçalo Santos Andrade, presidente da Portugal Fresh – Associação para a Promoção das Frutas, Legumes e Flores de Portugal, afirma, citado pelo “Público” que o ano “começou muito mal” e salienta que, neste sector, as situações de seca, por norma, “reflectem-se no ano seguinte”.

O presidente da Portugal Fresh sublinha que “a situação é muito preocupante”, porque as “reservas [de água] estão muito em baixo em muitas geografias do país”. Gonçalo Santos de Andrade indica não saber ainda “que impacto é que isso pode ter”, mas reconhece que “pode ser desastroso”.

As exportações portuguesas de hortícolas e fruta (pronta a consumir e preparada) rondaram no ano passado 1 400 milhões de euros. Este volume, somando os 79 milhões de flores e plantas, representa um crescimento de 12,4% face ao ano anterior, segundo o presidente da Portugal Fresh.